Um sorriso (ou dois)

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Sabe aqueles dias em que a gente está meio bleh, meio pra baixo, meio desanimada da vida? Dias em que tudo vira tragédia, que temos a sensação de que os sentimentos ruins só pertencem a nós e o resto do mundo está em festa.

Nesses dias que a gente fica procurando consolo em qualquer frase pronta que lemos por aí, em qualquer sorriso ou palavra. Foi exatamente num desses dias, rolando minha timeline do facebook, que me deparei com esse texto do Frederico Elboni do Entenda os Homens (o cara que conhece a gente melhor do que ninguém).

O melhor de ler o texto não foi a semelhança com a vida real, mas foi saber que pessoas reais sentem o mesmo e passam pelos mesmos dias ruins, procuram consolo nas mesmas coisas ou nos mesmos textos, que antes de dormir tem uma conversa sincera com os Céus, o universo, o teto, o que quer que seja que faça aliviar esse pesinho a mais que a vida insiste em por nos nossos ombros.

Às vezes a gente só quer que o dia acabe. E conta baixinho para os céus, ou para o teto do nosso quarto, que, por favor, o amanhecer cure os problemas que aqui rodopiam. Sem saber o porquê de tantas derrotas seguidas, a gente continua a lutar, doa o coração sem pudor, trabalha como se precisasse tirar o pai da forca, brilha os olhos com a alegria dos outros, e, mesmo estando sempre a sorrir, observa como ultimamente a vida está nos poupando seus momentos de alegria.

É crise na economia. É crise no coração. É crise na esperança do que há por vir. Parece que nadar contra a maré virou uma constante. No fundo a gente sabe que não pode desistir dos sonhos, dos estudos, dos amores, das conquistas, das esperanças que nos tiram todo dia. Mas dá tanta vontade. Dói tanto. O ânimo virou luxo. Parece impossível vencer os desafetos. Esperar me parece a melhor opção. Na obviedade da palavra, esperar não é necessariamente manter-se na inércia, mas ser paciente para saber que a sua falta de inércia, um dia, lhe trará resultados.

Assim, como se essa conversa ainda fosse com o meu ventilador de teto, espero que as coisas melhorem. E que a próxima surpresa que vier seja para me fazer não dormir de tanta alegria.

Devo admitir que depois de ler esse texto tive mais sorrisos durante a semana.

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Um comentário sobre “Um sorriso (ou dois)

  1. Como o próprio ditado diz… Sorrir é o melhor remédio! Claro que as coisas que acontecem em nossa volta não nos dá motivos para sorrir… Mas por estarmos vivos e podermos fazer a diferença, já vale o sorriso. Lindo post.

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