Encontrei o amor da minha vida… e ele se foi

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São Paulo, 18:00 aproximadamente, rua Bela Cintra. Ele tinha um e oitenta, por aí. Na casa dos trinta e poucos. Meio loiro, barba. Bermuda, chinelo e camiseta rosa queimado. Bebendo com os amigos em um barzinho. Eu passei do lado, ele me viu, deu uma olhada. Eu vi ele e dei uma olhada. Os olhares se encontraram e eu não consegui desviar, nem ele. Passei, ele virou na cadeira e foi me acompanhando com um meio sorriso, aquele tipo de sorriso mesmo, que nos faz pensar “qual será o tipo dele?”. Também virei pra trás na direção dele com o mesmo meio sorriso que ele me ofereceu. Nossos olhares se mantiveram até nos perder de vista.

Tipica cena de cinema.

Um tempinho depois, voltei pela mesma rua e lá estava ele, de pé conversando com uns amigos, um cigarro na mão. Ele estava distraído com  o cigarro, não me viu passar de volta, não pôde anotar meu número nem perguntar meu nome. Perdeu a oportunidade de conhecer aquela que seria a mulher da vida dele e eu perdi aquele homem de vista.

Paciência. Não posso obrigar ninguém a ser feliz.

As letras do Soulstripper

Andando pelos Tumblr’s da vida, achei umas frases sobre amor que era, bem meio diferentes. Não era aquele clichê, era uma coisa mais “gente como a gente”. Aí descobri a banda Soultripper, ouvi todas as músicas e virei fã haha.

Não achei muita coisas sobre eles, mas eles tem um SoundClound com várias músicas. Muito amor né <3

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E tem essa playlist lindinha também <3

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Clipes de aquecer o coração

Sabe aquele clipe que é um abraço, que consegue juntar uma letra bonita, com efeitos bonitos, mais cenas bonitas mais uma ideia original? Hoje os clipes são quase que super produções e as músicas são pops de mais, ou são ao vivo de mais, ou são feitos para serem sucesso e nada mais.

Mas, ainda há aqueles que fazem nosso coração bater um pouquinho mais forte.

Can’t buy me love – Cause I don’t care too much for money, money can’t buy me love

Mapa-Múndi – Tente lembrar quais eram os planos, se nada mudou com o passar dos anos e me pergunte: “O que será do nosso amor?”

Oração – Coração não é tão simples quanto pensa, nele cabe o que não cabe na despensa.

Felicidade – Melhor sorrir meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.

Comme des enfants – Encore, et moi je t’aime un peu plus fort.

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Coisas boas acontecem

Dia desses eu estava passeando pelos blogrolls da vida e achei um blog chamado Coisas Boas Acontecemfoi tipo, amor a primeira vista: o layout, a vibe, os posts. Aí que descobri que eles tem um Instagram e uma página no Facebook que distribui amor a rodo. Achei lindo e vou distribuir o amor por aqui também. Olha só:

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Crônica: As esquisitices do amor (Feliz por nada)

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Estou lendo o livro Feliz Por Nada da Martha Medeiros, é um livro de crônicas e histórias que, na sua maioria, aconteceram com autora. É aquele tipo de livro que você tem que ler bem devagarinho. Ao invés de fazer uma resenha do livro todo, decidi postar as histórias que mais gostei. A primeira foi CapturadosAgora é a vez da crônica As esquisitices do amor. Uma história excelente para quem tá naquele relacionamento conturbado, entre indas e vindas.

 “Eu estava aquieta, só ouvindo. Éramos eu e mais duas amigas numa mesa de restaurante e uma delas se queixando, pela trigésima vez, do seu namoro caótico, dizendo que não sabia por que ainda estava com aquele sequelado etcetera, etcetera. Estava planejando terminar com o cara de novo, e a gente sabia o quanto essa mulher sofria longe dele. Eu estava me divertindo diante desse relato mil vezes já escutado: adoro histórias de amor meio dramáticas. Foi então que a terceira componente da mesa, que era psicanalista, disse a frase definitiva: “Eu, se fosse você, não terminava. Às vezes ficamos mais presas a um amor quando ele termina do que quando nos mantemos na relação”.

Tacada de mestre.

A partir daí, começamos a debater essa inquestionável verdade: em determinadas relações, ficamos muito mais sufocadas pela ausência do homem que amamos do que pela presença dele. Creio que vale para ambos os sexos, aliás. Um namoro ou casamento pode ser questionado dia e noite: será que tem algum futuro? Será que vou segurar a barra de conviver com alguém tão diferente de mim? Será que passaremos a vida assim, às turras? Óbvio que não há respostas para essas perguntas, elas são feitas pelo simples hábito de querer adivinhar o dia de amanhã, mas a verdade é que mesmo sem certificado de garantia, a relação prossegue, pois, além de dúvidas, existe o amor e desejo. E isso ameniza tudo. Os dois estão unidos nesse céu e inferno. Até que um dia, durante uma discussão, um dos dois se altera e termina tudo. Alforria? Nem sempre. Aí é que pode começar a escravidão.

Nossa amiga queixosa, a da relação iôiô, perdia o rumo cada vez que terminava com o namorado. Aí mesmo é que não pensava em outra coisa. Só nele. Não conseguia se desvencilhar, mesmo quando tentava. Todas as suas atitudes ficavam atreladas a esse homem: queria vingar-se dele, ou fugir dele, ou atazaná-lo – cada dia uma decisão, mas todas relacionadas a ele. Só quando reatavam (e sempre reatavam) é que ela descansava um pouco desse stress emocional e se reconciliava com ela mesma.

Eu nunca havia analisado o assunto por esse ângulo. Sempre achei que a sensação de asfixia era derivada de uma união claustrofóbica e a sensação de liberdade só era conquistada com o retorno à solteirice. Mas o amor, de fato, possui artimanhas complexas.

Minha amiga finalmente terminou sua relação tumultuada e hoje está vivendo um casamento mais maduro e sereno. Aquele nosso papo foi há alguns anos, mas nunca me esqueci dessa inversão de sentimentos que explica tanta angústia e tanta neura. Por que temos a urgência de abandonar um amor pelo fato de ele não ser fácil? Quem garante que sem esse amor a vida não seria infinitamente mais difícil? Às vezes é melhor uma rendição do que fugir de um amor que não foi vivido até o fim. Foi isso que a nossa amiga psicanalista quis dizer durante o jantar: não antecipe o término do que ainda não acabou, espere a relação chegar até a rapa, e aí sim.”

Minha história de amor com São Paulo

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Todo mundo tem alguma história de amor com São Paulo, e como hoje é aniversário da cidade ( tá foi ontem, terminei o texto depois da meia noite haha) vou contar a minha história. Na verdade é um amor platônico, por que eu não moro na capital, moro numa cidade do interior (60 km de SP) chamada Jundiaí e nem fui tantas vezes assim pra SP pra ter o que contar, por isso é platônico.

Eu sempre tive uma ideia sobre SP bem diferente do que todos dizem, eu tenho muitos amigos que moram lá, e todos eles dizem que é uma cidade bem corrida, até tenho uma amiga (beijos Karen) que ficou impressionada com o sistema de transporte de Jundiaí, por que aqui, sempre que um ônibus para no ponto nós conseguimos entrar, lá não, ela disse que às vezes espera vários ônibus ou metrôs pra conseguir um que dê pra entrar. Mas, nada disso pra mim tinha importância (até por que sempre peguei o metrô relativamente vazio). Pra mim o que importava – e ainda importa – é que SP é a cidade das oportunidades, da diversidade, das grandes coisas, dos artista, das grandes movimentações.

Talvez eu pense assim por que não moro lá, por que não vivo a vida louca das pessoas de lá, mas mesmo assim, ainda acho que essa cidade tem um ar diferente, uma movimentação artística que não vemos por aqui, pessoas que não vemos por aqui. Uma coisa que gosto de fazer quando estou no trem e no metrô é observar as pessoas, gosto de notar nas roupas que usam, nos livros que leem, tento imaginar o tipo de música que estão ouvindo, gosto de fazer isso na estação também e nas ruas. Não consigo fazer o mesmo aqui por que, pelo menos pra mim, as pessoas são todas iguais.

São Paulo também me lembra de minha conquista pela liberdade. Sim, liberdade! Foi quando teve a Bienal do Livro em 2012 e fui com uma amiga de trem, nada de mais, mas como tenho uma mãe super preocupada, ir para São Paulo se torna uma tarefa mais complicada, por que cidade grande, aos olhos de minha mãe é uma selva de pedra!! Mas quando disse que ia ela disse apenas “tudo bem, sabe como ir, como chegar?”, eu respondi “Claro, mãe, relaxa”. Só por curiosidade eu decorei o mapa metropolitano da CPTM pra ocasiões como essa hehe.  Acredita que pra mim esse simples sim foi a coisa mais incrível do mundo. Também foi a primeira vez que entrei na estação Barra Funda e Tietê! Ah, também vi um violinista tocando na Barra Funda e achei lindo!

E tem mais, o ano passado prestei vestibular em duas faculdades de São Paulo e fui de trem por que era mais fácil, foi a primeira vez que andei de metro. SIM, a primeira vez!!!! Imagina a minha cara de impressionada!! Parece bobo, mas eu acho metrô a coisa mais incrível do mundo!!!  Todos os estudantes torcendo pra passar na prova e eu torcendo pra não me perder!! Além de estar boba com tudo né!! Grandes prédios, lugares bonitos, colocar o pé na faixa de pedestre e os carros pararem!!

Sem contar as inúmeras pessoas que conheci  e amigos que fiz indo em eventos que acontece pela cidade todos os anos e o ano todo.  Parece tudo muito bobo, mas eu realmente gosto dessa cidade, das pessoas diferentes, dos grandes lugares, até do cinza, visto de fora parece lindo.

Livro: Um Dia

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Vinte anos. Duas pessoas.

Sabe aquelas histórias de amor, com um final clichê o romântico? Então, o livro Um Dia não é desse tipo, apesar de parecer muito. Quando comecei a ler já imaginei toda história e o final, nada do que imaginei aconteceu, esse é o tipo de livro imprevisível. Bom, vamos à história:

Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988 e após a formatura da universidade deverão seguir caminhos diferentes. Mesmo passando apenas um dia juntos, eles não param de pensar um no outro.

Emma trabalha em uma lanchonete mexicana, vira professora, depois escritora. Dexter se aventura no mundo televisivo. Os dois se encontram ao longo dos 20 anos seguintes, esses encontros são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho.

Entre viagens, brigas, telefonemas, cartas e encontros, Emma e Dexter vão encontrando, aos poucos, o verdadeiro significado do que sentem um pelo outro. Descobrem que a vida foi diferente do que imaginavam logo após a faculdade, mas, independente dos caminhos que tomassem, eles sempre se encontrariam.

“Você pode passar a vida inteira sem perceber que aquilo que procura está bem na sua frente”

Um dia foi escrito por David Nicholls e virou filme em 2011 e foi estrelado por Anne Hethaway.

Pra ouvir: Clarice Falcão

Clarice Falcão nasceu em Recife em 1989 e é cantora, atriz e roteirista. Filha do cineasta João Falcão e da roteirista Adriana Falcão. Uma de suas composições apareceu no filme Lisbela e o Prisioneiro.

Estudante de cinema da PUC-Rio, ela dirigiu e atuou em vários curta-metragens. Laços, seu curta de maior destaque, foi o filme mais visto na internet e ganhou o primeiro lugar no concurso mundial de curtas-metragens realizado pelo Google, denominado Project Direct, promovido pelo YouTube, vencendo vários filmes estrangeiros, e foi exibido no Festival Sundance de Cinema.

Em 2008, na novela A Favorita, viveu sua primeira personagem em uma novela, Mariana, a filha complicada de Catarina (Lília Cabral) e Leonardo (Jackson Antunes).

Mais recentemente, Clarice foi responsável pela música no filme Apenas o Fim, readaptou, junto a Matheus Souza, a peça Confissões de Adolescente para uma nova montagem que também contara com ela no elenco.

Clarice também trabalhou como roteirista no seriado Louco por Elas, da Rede Globo.

Atualmente ela vem fazendo sucesso com vídeos no YouTube. E são esses vídeos que apresento a vocês.

Os temas das músicas são, basicamente, amorosos. Mas o que diferencia é que as composições de Clarice são sempre com um bom humor, que transforma a letra mais trágica numa comédia leve como na música “Uma Canção Sobre O Amor, Ah O Amor”.

Incondicional

Mesmo você me enlouquecendo todos os dias, mordendo tudo o que vê pela frente, eu ainda te amo, incondicionalmente. Mesmo quando eu chego em casa com aquele casaquinho cinza que você adora morder, e morde mesmo, alargando toda manga dele, eu te amo. Mesmo quando você chega mordendo meu cabelo e lambendo minha cara, isso alias eu amo.  Eu te amo até quando você apronta, quando você rasga o jornal ou tenta arrancar o laço do meu chinelo. Até quando você me faz chorar quando você fica doente, por que você adora comer tudo o que vê pelo quintal e acaba ficando com uma intoxicação. Eu amo quando eu sento no chão e você vem correndo pro meu colo, lambendo meu rosto ou se aconchegando nos meus braços.

 Esses dois últimos meses foram incríveis: é impossível descrever o quanto fico feliz quando, ao sair de manhã de casa, você vem me dar um bom dia e pular no meu colo. Ai você dorme o dia inteiro e a noite fica acordada, roendo seu osso. Eu te amei desde a primeira vez que te vi, chegando em casa, com a pessoa que te salvou (pai), chegou brincando, pulando, como se fosse de casa. É difícil escrever sem sentir os olhos lacrimejando e a garganta apertada.  Simplesmente por que, mesmo depois de ficar o dia todo fora de casa, você ainda me espera, me faz festa e me olha de um jeito, tipo assim, “tudo bem, eu estou aqui”.

Músicas para amar

Música pra lembrar, pra chorar, pra esboçar um sorriso ao ter o pensamento mais louco, um desejo de tornar os sonhos realidade. Música pra encher o coração de sentimentos que não atravessam a boca, só os olhos. Música pra gritar, chorar (mais um pouco – de alegria ou tristeza), cantar e se alegrar. Música pra amar.

Preciso Dizer que Te Amo – Cazuza: Eu já nem sei se eu tô misturando, eu perco o sono. Lembrando em cada riso teu qualquer bandeira, fechando e abrindo a geladeira a noite inteira.

Better Together – Jack Johnson: And there is no song I could sing, and there is no combination of words I could say but I will still tell you one thing. We’re better together.

Balada de Uma Saudade – Catedral: Perdoa se eu chorar é que a saudade dói demais e a tua ausência só me traz lembraças e eu sei que faria tudo, enfim, pra ter você aqui, perto de mim.

Uma Canção de Amor pra Você- Catedral: Não me diga que o mundo anda mal, hoje eu nem quero ler o jornal só quero escrever uma canção de amor pra você.

Um Certo Alguém – Titãs: Quando um certo alguém desperta o sentimento é melhor não resistir e se entregar.

Is This Love – Whitesnake: Is this love that I’m feeling? Is this the love that I’ve been searching for? Is this love or am I dreaming? This must be love ‘cause it’s really got a hold on me.

Amor, Meu Grande Amor – Titãs: Amor, meu grande amor, que eu seja o último e o primeiro. E quando eu te encontrar, meu grande amor, por favor, me reconheça…

Kiss Me – The Frey: Oh, kiss me beneath the milky twilight

Wonderful World – Sam Cooke: But I do know that I love you and I know that if you love me too. What a wonderful world this would be

My Girl – The Temptation: I don’t need no money fortune or fame I’ve got all the riches baby one man can claim.